Profissionais liberais: incompetência ou herança invisível?

Você já passou por isso: contratou um pedreiro para fazer um pequeno reparo, ele pediu metade do dinheiro adiantado, desapareceu por três dias, voltou, fez o serviço pela metade e nunca mais atendeu suas ligações.

Ou então chamou um encanador, ele jurou que o serviço estava perfeito, e na primeira chuva o teto do vizinho desabou porque ele não passou veda rosca.

E o eletricista? Ah, o eletricista fez a instalação toda errada, os disjuntores não param de desarmar, e ele ainda cobra a visita para “ver o que aconteceu”.

Parece familiar?

Agora eu te pergunto: isso é incompetência? Preguiça? Falta de qualificação? Ou tem algo mais profundo acontecendo?

O que os olhos não veem, o coração não sente. Mas o cliente sente.

Eu sou Robson Sereno e trabalho com Constelação Sistêmica com Cavalos e ferramentas do Access Consciousness. E o que tenho visto ao longo dos anos é que muitos profissionais liberais, especialmente pedreiros, encanadores, eletricistas, marceneiros e tantos outros, carregam padrões que vêm de muito longe.

Não é só falta de estudo. Não é só desinteresse.

É herança.

A fidelidade invisível à escassez

Quando a gente olha para a história dessas pessoas, muitas vezes encontramos avós que foram escravizados, bisavós que viveram na miséria, pais que foram tratados com violência, mães que nunca tiveram atenção. E ali, naquele ambiente, criou-se um pacto: “a nossa família é assim”, “dinheiro não é pra gente”, “trabalho duro e sofrimento caminham juntos”.

E esse pacto passa de geração em geração, silencioso, invisível, mas atuante.

O profissional que não cumpre prazo, que não dá satisfação, que trata mal o cliente, que faz o serviço incompleto, que cobra um valor e na hora entrega outro, ele não está sendo “incompetente” por acaso. Ele está sendo fiel a alguma coisa.

Fiel à escassez.

Fiel à revolta.

Fiel à ideia de que quem tem dinheiro é “o outro”, o patrão, o explorador, e ele é apenas a mão de obra que sempre foi maltratada.

E o cliente com isso?

Essa é a pergunta que não quer calar. O que o cliente tem a ver com o trauma do pedreiro?

Nada. Absolutamente nada.

Mas o cliente carrega o peso. O cliente paga com juros, com retrabalho, com estresse, com noites mal dormidas, com obra parada, com prazo estourado. O cliente se torna, sem saber, o depositário de uma dívida que não é dele.

Como romper esse ciclo?

A boa notícia é que padrões podem ser quebrados. E não é com curso técnico, não é com sermão, não é com ameaça.

É com consciência.

Se esse profissional tivesse a oportunidade de fazer duas sessões de Barras de Access, talvez ele percebesse que os pensamentos que o limitam não são dele. Talvez ele sentisse no corpo que pode ganhar mais, pode atender melhor, pode ser referência.

Se ele participasse de uma Constelação Sistêmica com Cavalos, talvez os cavalos mostrassem a ele, sem palavras, sem julgamento, o peso que ele carrega das gerações passadas. Talvez ele visse, através do comportamento dos animais, que existe uma saída.

Eu já vi isso acontecer.

Uma pessoa veio até mim, trabalhadora autônoma, cheia de reclamações sobre clientes, sobre falta de dinheiro, sobre como “o mundo é injusto”. No campo, os cavalos começaram a se movimentar de forma inquieta, quase agressiva. Quando ela olhou, viu um padrão: o avô dela tinha sido trabalhador rural em condições análogas à escravidão. Ela carregava aquela revolta sem saber.

No final da sessão, ela me disse: “Poxa, vou voltar a fazer terapia. Eu não fazia ideia do quanto isso era nocivo pra mim.”

O que muda quando ele muda?

Tudo.

Quando um profissional liberal resolve encarar a própria história, olhar para os próprios fantasmas e quebrar o pacto invisível com a escassez, a vida dele se transforma.

Ele começa a dar orçamentos justos e cumpri-los. Ele passa a tratar o cliente com respeito, porque não vê mais o outro como inimigo. Ele entrega o serviço completo, com capricho, porque agora ele sabe que merece ganhar bem, merece ser reconhecido, merece ser chamado de novo.

E mais importante: ele quebra um ciclo.

Os filhos dele, os sobrinhos, os primos, a comunidade ao redor passam a ter um novo modelo. Alguém que saiu da mesmice, que não vive mais reclamando, que transformou a própria realidade.

Ele vira referência.

E o cliente?

O cliente finalmente encontra alguém que cumpre o que promete. Que aparece no horário. Que faz direito. Que cobra justo e entrega perfeito.

O cliente pode confiar.

E essa confiança não tem preço.

Se você deseja viver essa experiência, seja através das Barras de Access, das classes do Access Consciousness ou de um Atendimento Sistêmico com Cavalos, talvez seja o momento de escolher sair da competição e entrar na maturidade.

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E se fizer sentido, agende sua sessão e experimente por você mesmo.

Depoimentos

“Eu era eletricista há 15 anos e vivia reclamando. Cliente não pagava, obra atrasava, material estragava. Um dia um amigo me convidou para uma constelação com cavalos. Eu fui mais para acompanhar do que para participar. Quando cheguei lá, um cavalo se aproximou de mim e ficou me encarando. O Robson perguntou: ‘Você tem alguma revolta com dinheiro?’ Na hora me veio a imagem do meu avô, que foi trabalhador rural e morreu sem nada. Ali eu entendi. Depois daquele dia, comecei a fazer as Barras, mudei minha forma de atender, passei a cumprir prazos, dar orçamento justo. Hoje minha lista de espera só cresce. O problema nunca foi os clientes. Era eu.”

Seu Jorge, 54 anos, eletricista

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