O preço que o profissional cobra está ligado ao valor que ele acha que merece

Você já reparou como os profissionais liberais definem o preço do seu trabalho? Pedreiros, eletricistas, encanadores, pintores, marceneiros. Cada um tem uma lógica, ou a falta dela.

Quando eu vejo um profissional oferecendo um preço muito baixo, minha primeira impressão é de desconfiança. Penso: “Essa pessoa não se valoriza ou não tem experiência.” Se o preço é muito alto, penso: “O cara tá se achando. Pode até ser bom, mas será que vale tudo isso?”

Agora, quando o preço é intermediário, equilibrado, eu penso: “Opa, aqui tem bom senso. Ele sabe o valor do que faz e sabe o que está pedindo.”

Mas o que mais acontece, infelizmente, é o exagero. Pessoas que cobram muito e entregam pouco. Vendem gato por lebre. Mostram fotos da internet, fazem promessas, e na hora do vamos ver, o serviço é medíocre.

Eu até contrato, às vezes, para testar. Se for bom, repito. Se não for, nunca mais.

Para mim, a questão nunca foi só o preço. É a entrega. Mas o preço revela algo mais profundo.

De onde vem o preço baixo?

Quando um profissional cobra muito barato, geralmente tem uma crença por trás: “Eu não mereço mais do que isso.” Ou então: “Meu trabalho não vale tanto.” Ou pior: “Pobre não pode cobrar caro.”

Essa crença não nasceu ontem. Ela vem de gerações. Vem de avós que passaram fome, de bisavós que foram explorados, de uma família inteira que aprendeu que dinheiro é para os outros, não para a gente.

Tem também a questão da “generosidade indefinida”. Aquele profissional que quer ser o salvador da pátria, que quer viver de forma franciscana, humilde, e acaba não cobrando o que vale. Ele confunde humildade com auto sabotagem.

E o preço alto demais?

Do outro lado, tem o profissional que cobra um absurdo. Não porque ele seja excelente, mas porque ele quer “tirar o atraso”. Ficou meses sem cliente, aí quando aparece um, ele quer ganhar tudo de uma vez.

Outro dia, precisei de um serviço e a maioria dos profissionais cobrava em torno de 500 reais. Um deles pediu 2.000. Quando questionei, ele disse: “Ah, mas os outros não sabem fazer.” Pela conversa, dava pra ver que era pura embromação. Ele queria compensar o tempo parado às custas de um único cliente.

Isso não é valorizar o trabalho. É desespero disfarçado de autoestima.

O ambiente determina o preço

Existe uma máxima que eu acredito muito: você é a média das cinco pessoas com quem você anda. Se na família do profissional ninguém cobra caro, se os amigos dele também cobram barato, ele vai achar que aquele é o preço certo. Porque ele não tem outra referência.

Agora, quando ele começa a andar com outras pessoas, quando faz um curso, um treinamento, uma sessão de Barras de Access ou uma Constelação Sistêmica com Cavalos, ele expande a consciência. E aí ele descobre que existem outras possibilidades.

Nós sempre temos infinitas possibilidades de escolha. Mas a gente não escolhe porque não foi ensinado a escolher. A gente prefere o prato insosso, conhecido, a arriscar um prato novo com medo de não gostar.

E se não gostar? Tudo bem. Paga, vai embora, ou dá pra alguém que está com fome. Mas a gente prefere a mesmice.

O que muda quando ele se valoriza

Quando um profissional começa a se enxergar com outros olhos, quando ele percebe o próprio valor, tudo muda.

Ele passa a cobrar um preço justo, que equilibra o que ele entrega com o que ele merece. Os clientes ficam satisfeitos, porque pagam um valor coerente e recebem um serviço de qualidade.

Ele se sente melhor. A vida começa a prosperar. Ele vira referência para os que estão ao redor, principalmente para a família.

Ele quebra o padrão. Larga mão do apego à escassez e começa a trabalhar a abundância.

Já vi isso acontecer. Pessoas que vieram da favela, que trabalharam a vida inteira com trabalho braçal, hoje têm seu carrinho, sua moto, seu apartamento. Não é uma mansão, mas para o padrão delas, é uma prosperidade imensa. Porque elas têm uma cabeça diferente da maioria que está ao redor. Enquanto outros vivem de aluguel, elas conquistaram o seu espaço.

O cliente também ganha

Quando o profissional se valoriza, o cliente ganha um serviço bem feito, uma relação de confiança, alguém em quem pode confiar.

E o profissional ganha um cliente fiel, que volta, que indica, que recomenda.

No fim, todo mundo prospera.

Porque o preço justo não é sobre dinheiro. É sobre consciência. É sobre olhar para dentro e perguntar: “Quanto eu valho? E quanto eu estou disposto a receber por isso?”

E a resposta está sempre ligada ao valor que a gente acha que merece.

Se você deseja viver essa experiência, seja através das Barras de Access, das classes do Access Consciousness ou de um Atendimento Sistêmico com Cavalos, talvez seja o momento de escolher sair da competição e entrar na maturidade.

Acompanhe mais conteúdos em
www.despertarsereno.com.br
Instagram: @robson.sereno
Facebook: Robson Sereno Coach
YouTube: Robson Sereno 2007

E se fizer sentido, agende sua sessão e experimente por você mesmo.

Depoimentos

“Eu sempre cobrava barato porque achava que não merecia mais. Cresci ouvindo que dinheiro é coisa de gente rica, que a gente tem que se contentar com pouco. Depois de uma constelação com cavalos, entendi que essa crença era da minha avó, não minha. Ela passou fome na infância e isso virou um pacto na família. Eu estava repetindo sem saber. Hoje cobro o justo, entrego bem feito e tenho cliente até sobrando. E o melhor: meus filhos estão crescendo vendo o pai prosperar.”
Seu Adão, 47 anos, pedreiro

Pronto para viver sua própria experiência?
Agende uma sessão e sinta na prática o que tantas pessoas relatam.

Fale Conosco

Preencha todo o formulário que logo nossa equipe entrará em contato, para agendar seu atendimento

    Atendimento presencial e on-line

    Rua: Dona Maria Nunes, 2000 - Bairro São Vicente - Mairiporã, SP. CEP 06706-350

    Horário de Funcionamento: SEG – SEX 9 às 12h / 14h às 17h SAB –  DOM –  FER 9h às 13h ou a combinar.